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Brasília Controle de Praga inaugura sede com foco em manejo de pombos no DF

Nova estrutura reúne equipe técnica, frota própria e uma frente dedicada aos pombos, problema recorrente em prédios, condomínios e comércios da capital federal A Brasília Controle de Praga inaugurou sua nova sede no Distrito Federal com uma proposta clara: atender a procura…

Nova estrutura reúne equipe técnica, frota própria e uma frente dedicada aos pombos, problema recorrente em prédios, condomínios e comércios da capital federal

A Brasília Controle de Praga inaugurou sua nova sede no Distrito Federal com uma proposta clara: atender a procura crescente por controle de pragas urbanas e resolver um problema que incomoda síndicos, lojistas e gestores de prédios há anos. Os pombos.

A unidade concentra equipe técnica, veículos identificados, depósito de equipamentos e uma área de planejamento onde cada atendimento é desenhado antes de a equipe sair para a rua. A empresa trabalha com desinsetização, desratização, descupinização e sanitização de ambientes. O destaque da nova fase, porém, é o manejo de pombos, que ganhou uma frente própria.



Por que os pombos viraram prioridade em Brasília

Quem mora ou trabalha no Plano Piloto conhece a cena. Marquises, beirais, pilotis e fachadas de concreto oferecem abrigo e pontos de pouso quase perfeitos para a espécie. Nas superquadras da Asa Sul e da Asa Norte, nos centros comerciais de Taguatinga e nas torres de Águas Claras, a população das aves cresce onde há comida e espaço para ninho.

O incômodo vai além da sujeira. As fezes secas viram pó e, com o clima seco que domina o DF entre maio e setembro, esse material circula facilmente pelo ar. Criptococose, histoplasmose, salmonelose e psitacose estão associadas ao contato com excrementos e penas contaminadas. Há também o prejuízo material: a acidez das fezes corrói pintura, metal e impermeabilização, e os ninhos entopem calhas e rufos.

Como funciona o manejo de pombos

A lógica é simples de explicar e trabalhosa de executar: tirar do pombo o motivo para ficar. Em vez de métodos letais, a equipe aplica barreiras físicas que impedem o pouso e a formação de ninhos. Para conhecer cada solução em detalhe, acesse aqui a página para saber sobre controle de pombos em Brasília.

■Espículas: hastes de inox ou policarbonato fixadas em parapeitos, beirais e letreiros.
■Telas de proteção: fecham vãos, varandas, casas de máquinas e forros.
■Fios tensionados: indicados para superfícies extensas, com baixo impacto visual na fachada.
■Limpeza e desinfecção: remoção de fezes e ninhos antes de qualquer instalação.

Todo projeto começa com uma vistoria. Os técnicos mapeiam pontos de pouso, ninhos e fontes de alimento no entorno e só depois definem material e quantidade. Um prédio no Sudoeste e um galpão no SIA pedem soluções bem diferentes.


Técnico instala espículas em parapeito para impedir o pouso de pombos, método não letal usado pela empresa.



Estrutura para atender todo o Distrito Federal

A localização da sede foi pensada para encurtar o deslocamento até as regiões administrativas com mais chamados. A frota sai equipada com pulverizadores, maletas de ferramentas e produtos registrados, e os técnicos trabalham com EPI completo. Controladoras de pragas seguem as regras da Anvisa (RDC 622/2022), que exigem responsável técnico, licença sanitária e comprovante de execução entregue ao cliente.

Para condomínios, esse comprovante pesa. Ele é cobrado em vistorias da vigilância sanitária, auditorias e renovações de alvará. Restaurantes, clínicas e escolas também precisam apresentá-lo.



Controle de pragas o ano inteiro

O calendário da capital explica a demanda. Quando as chuvas chegam, a partir de outubro, crescem os registros de baratas, formigas, mosquitos e escorpiões. Na seca, roedores procuram água e abrigo dentro das edificações. Por isso a empresa aposta em contratos de manutenção preventiva, com visitas programadas, para evitar que a praga só receba atenção quando já virou infestação.



Perguntas frequentes

É permitido matar pombos?

O manejo recomendado é não letal. Barreiras físicas e limpeza afastam as aves sem feri-las.

Quanto tempo leva a instalação de espículas?

Depende da área. Uma varanda costuma ficar pronta em poucas horas; uma fachada inteira pode levar alguns dias.

Quais regiões são atendidas?

O Plano Piloto e as regiões administrativas do Distrito Federal, com atendimento a residências, condomínios, comércios e indústrias.

O condomínio recebe certificado?

Sim. O comprovante de execução informa os produtos usados, o serviço realizado e o responsável técnico.