Da construção de patrimônios à construção de futuros: EQR apoia missão social que leva esperança a crianças órfãs em Angola

Empresa brasileira patrocinou missão que realizou o primeiro espetáculo de balé com meninas órfãs no país e reforça seu compromisso com projetos que transformam vidas por meio da educação, da cultura e do desenvolvimento social

Mais do que investir em ativos reais, a EQR acredita que seu maior patrimônio é o impacto positivo que pode gerar na vida das pessoas. Foi com esse propósito que a empresa se tornou parceira de uma missão social realizada em Angola, apoiando uma iniciativa que uniu arte, educação e acolhimento para transformar a realidade de dezenas de crianças órfãs.

A EQR viabilizou a participação da comitiva brasileira em Luanda, oferecendo apoio logístico para a missão e patrocinando os kits de balé utilizados pelas crianças durante as oficinas e o espetáculo. O projeto contou ainda com o apoio do Cinema Belas Artes Angola e reuniu a pastora Hosana, professora de balé e idealizadora da iniciativa, o bispo Laydson Cruz, líder do Projeto Vida Barra da Tijuca do Rio de Janeiro, além de outros voluntários comprometidos em levar esperança por meio da arte.

O resultado foi histórico: o primeiro espetáculo de balé protagonizado por crianças órfãs em Angola.

Ao todo, 35 meninas acolhidas pela casa de abrigo Miss From participaram da apresentação. Muito mais do que uma performance artística, o espetáculo representou um marco na vida de crianças que carregam histórias de abandono, violência e vulnerabilidade social, mas que encontraram na dança uma oportunidade para sonhar novamente.

A missão é liderada pela pastora Hosana, que mantém uma relação profunda com Angola há oito anos. Foi durante sua primeira visita ao país que ela conheceu aquele que se tornaria seu filho. Na época, ele tinha 17 anos, vivia em um orfanato e atuava como professor auxiliar de dança. Hoje, aos 25 anos, é sargento e também bailarino, participando ativamente da missão ao lado da mãe.

Durante a ação, eles apresentaram o espetáculo Você Nasceu no Coração de Deus, inspirado justamente na história que construíram juntos e na mensagem de que toda criança merece ser amada, acolhida e ter oportunidades para transformar seu futuro.

“Cada uma dessas meninas tem uma história muito difícil, mas nós queremos que elas também tenham um futuro diferente. A dança leva disciplina, autoestima, pertencimento e esperança. Ver o brilho nos olhos delas durante o espetáculo foi emocionante. Tenho certeza de que estamos plantando sementes que vão florescer por muitos anos”, afirma a pastora Hosana.

A iniciativa também marca o início de um projeto contínuo. A expectativa é que novas oficinas e um segundo espetáculo sejam realizados no próximo ano, ampliando o acesso das crianças à formação artística e fortalecendo o papel da educação como ferramenta de transformação social.

Para a EQR, apoiar iniciativas como essa faz parte da forma como a empresa enxerga seu papel na sociedade.

“Nosso propósito vai além dos negócios. Acreditamos que investir também significa criar oportunidades, apoiar projetos que geram impacto real e contribuir para que mais pessoas tenham acesso a um futuro melhor. Quando conhecemos essa missão, entendemos imediatamente que precisávamos fazer parte dela. Ver o resultado e a emoção dessas crianças reforça que estamos no caminho certo”, afirma Carlos Henrique Nunes dos Santos, fundador e Chief Visionary Officer (CVO) da EQR.

O apoio à missão em Angola integra uma atuação social mais ampla da EQR, que também participa de iniciativas voltadas ao desenvolvimento de comunidades no Rio das Pedras, no Rio de Janeiro, e em Barueri, em São Paulo. A empresa acredita que cada projeto apoiado representa uma oportunidade de promover transformação real e construir um legado que ultrapassa os negócios.

“A EQR está sempre aberta a conhecer iniciativas que tenham propósito, gerem impacto positivo e estejam alinhadas aos nossos valores. Queremos caminhar ao lado de pessoas e instituições que acreditam na transformação por meio da educação, da cultura, do esporte e da inclusão social. Construir patrimônio também é construir futuros”, finaliza Carlos Henrique.

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